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22 Set

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3%, série brasileira de ficção científica e drama

10 Set

3% é uma série de sci fi e drama, lançada esse ano e inteiramente feita no Brasil. O piloto foi lançado no dia 16/05 e desde então, iniciou-se uma grande comoção para divulgar a série e atrair o interesse de algum canal de TV disposto a produzir a continuação.  Por isso, apesar de não ser novidade, achei importante compartilhar mais uma vez – já que eu mesmo só a conheci esses dias. Confira a sinopse oficial:

A série acompanha a luta dos personagens para fazer parte dos 3% dos aprovados que irão para o Lado de Lá. A trama se passa em um mundo no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, podem se inscrever em um processo seletivo. Apenas 3% dos inscritos são aprovados e serão aceitos em um mundo melhor, cheio de oportunidades e com a promessa de uma vida digna. O processo de seleção é cruel, composto por provas cheias de tensão e situações limites de estresse, medo e dilemas morais.

E nem é preciso divulgar por patriotismo, porque 3% não precisa disso. É só assistir para perceber o potencial gigante da série, inovador para nosso país tão carente de ficção científicas. É impossível não ficar envolto com os acontecimentos ou instigado para saber o que acontecerá a seguir – além dos momentos de tensão. Desde que eu assisti, me pego até hoje imaginando como seria o próximo episódio e o final da série, e amaldiçoando as emissoras de TV que ainda não estão a financiando.

3% foi criada por Pedro Aguilera e dirigido por Daina Giannecchini e Dani Libardi. O piloto foi filmado – na Vila Leopoldina – graças ao apoio do Ministério da Cultura. Se você conhece alguém, ou possui alguma forma de ajudar na realização da série, pode acessar o site da Nation Filmes, ou ainda ligar para (11) 21643469. Ah, o seriado já conta com os 12 episódios que formam a primeira temporada escritos. ;)

Então assistam. Nem preciso pedir para que vocês repassem, porque sei que logo que terminarem ficaram tão ansiosos quanto eu pela continuação. :P

Fotos de casamentos inspiradas em zumbis!

7 Set

A fotógrafa americana Amanda Rynda teve uma idéia um tanto inusitada (e incrível) para uma sessão de fotos de casamento: um ataque zumbi. No começo, tudo parece tradicional (apesar da locação, uma espécie de floresta): o casal posa em cenas românticas, ora abraçados segurando o buquê de flores, ora fazendo um piquenique. Até aparecer um zumbi e o casal precisar enfrentá-lo. AWESOMENESS define.

Clique para ver a sessão completa!

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Resenha: O Homem do Futuro

4 Set


Há pouco menos de 1 ano atrás, eu saía de uma sala de cinema completamente desnorteada e feliz ao mesmo tempo. Eu tinha acabado de assistir Tropa de Elite 2, e eu estava muito orgulhosa de nosso país ter feito o melhor filme de 2010, e um dos melhores que eu já tinha visto na minha vida. Toda vez que assisto um filme muito bom, aí corro atrás das críticas, reportagens e entrevistas. E foi em uma dessas entrevistas que soube das filmagens de O Homem do Futuro, protagonizado também pelo Wagner Moura, e que seria um filme com um tema que eu adoro: Viagem no tempo. Fiquei empolgada pelo fato do cinema comercial brasileiro estar caminhando para o cinema de gêneros, fugindo dos estereótipos de filme-de-favela ou comédia-da-Globo.


O filme conta a história de Zero, um cientista brilhante porém infeliz, pois há 20 anos ele foi humilhado em uma festa da faculdade, e perdeu o grande amor de sua vida, Helena (Alline Moraes). Um certo dia, Zero faz uma experiência que acaba não dando muito certo, e ele viaja no tempo, ou seja, seu invento o levou para o passado, e ele tem a chance de mudar sua história. Ao assistir O Homem do Futuro lembrei de três outros filmes do mesmo tema: Efeito Borboleta, A Casa do Lago e é claro, De Volta para o Futuro. A trilha sonora é ótima, com alguns dos hits dos anos 90 (Na história, ele volta para o ano de 1991). O tema principal é Tempo Perdido, do Legião Urbana, interpretada pelos dois protagonistas e que se encaixa perfeitamente ao clima do filme. Me peguei várias vezes depois da sessão cantarolando a música.
Enfim, O Homem do Futuro é uma comédia romântica de aventura e ficção deliciosa, muito divertida, sem muitas pretensões de te querer fazer pensar ou qualquer coisa. Apenas de ser um filme bem bacana. Recomendado.

Feel Good Movies – Top 10

3 Set

Sabe aqueles filmes que te fazem sentir bem consigo mesmo, mais leve e feliz? Que te fazem sair do cinema com um sorriso no rosto e uma vontade de mudar o mundo – ou ao menos se tornar uma pessoa melhor? Eles são os chamados “feel good movies”, ou filmes para se sentir bem. Claro que os motivos de felicidade variam muito de pessoa para pessoa e para cada época da vida. Eu, por exemplo, me divirto muito com filmes de terror. Mas em geral, feel good movies trazem como protagonistas personagens excluídos e incompreendidos, porém generosos e com encantos únicos, que mostram seu valor, através de um evento que muda para sempre suas vidas. E claro, além de serem os melhores companheiros (dividindo a posição com chocolate, amigos e vodka) para desilusões amorosas e TPM. :)

1. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Amélie (Audrey Tautou) é uma jovem sonhadora e adorável, mas solitária, que preenche sua vida com imaginação e pequenos prazeres: enfiar a mão em sacos de grãos, quebrar a casquinha do crème brûlée. Até encontrar uma caixa perdida em seu apartamento e tomar uma decisão que mudará seu destino: ajudar todos ao seu redor. E tudo isso com a trilha sonora fantástica do Yann Tiersen.
Trailer aqui. Não consegui encontrar com qualidade boa, mas está legendado.

2. A Felicidade não se Compra (It’s A Wonderful Life)

O filme de 1946, dirigido por Frank Capra, costuma ser considerado  o “feel good movie” por excelência, sempre aparecendo em primeiro em todas as listas do gênero. Conta a história de um candidato a anjo, que para evitar que um banqueiro se suicide (por conta de graves problemas financeiros), decide mostrar a ele como seria a vida de todos ao seu redor, caso não existisse.

3. Garotas do Calendário

Com Hellen Mirror e Julie Walters, Garotas do Calendário é baseado na história real de duas amigas, que para ajudar o hospital local resolvem organizar um calendário mostrando as senhoras do comitê em atividades diárias. Com um detalhe: todas nuas. Logo, Chris, Annie e o resto das “garotas” se tornam um exemplo para várias mulheres e começam a conquistar, além da venda de calendários, fama nacional. É uma comédia bem inglesa, divertida e positiva, capaz de elevar qualquer auto-estima.
Trailer: http://youtu.be/Yv98dIhs1eI

4. Pequena Miss Sunshine

Uma família complicada e ~um pouco~ desajustada, decide se unir para realizar o sonho da filha mais nova e leva-lá até um concurso de beleza. E tudo isso dentro de uma kombi (?) amarela. :D Apesar de ser muito criticado por usar vários clichês de filmes alternativos (principalmente desajustados + road movies), Pequena Miss Sunshine conta com a fofura da Abigail e outros momentos que valem o filme. “A vida é uma p%#* de um concurso de beleza, um atrás do outro”.

Assista o trailer aqui.

5. Billy Elliot

Com uma trilha sonora incrível, o filme mostra a história de Billy Elliot, um garoto humilde que fazia boxe por pressão de seu pai, e acaba se apaixonando pelo balé. Com a ajuda de sua professora, Billy luta contra todos os preconceitos que envolvem ser um bailarino e toma a coragem de enfrentar seu pai. Esse foi o primeiro filme do diretor Stephen Daldry, que depois dirigiu As Horas e O Leitor.
Para assistir o trailer, clique aqui.

6. Julie & Julia

Julie (Amy Adams) está chegando aos 30 anos, insatisfeita com a vida que leva. É quando seu marido sugere que ela escreva um blog sobre algo que a relaxe e que ela ame, como culinária. Julie então decide reproduzir todas as receitas do livro “Mastering the Art of French Cooking” – de Julia Childs, um ícone da culinária e heroína de Julie – em um período de um ano. O filme mostra ambas, uma em 1948 e outra na atualidade, em suas aventuras gastronômicas e problemas. Ok, sou suspeita para falar já que adoro cozinhar, mas realmente é um filme adorável, que te faz querer ser alguém melhor e acreditar no teu potencial. :)

Assista o trailer aqui.

7. Sob o Sol da Toscana

Frances é uma escritora que acreditava ter a vida perfeita, até descobrir que era enganada pelo marido. Arrasada, ela é influenciada pelas amigas a fazer um tour pela Toscana, mas no caminho se apaixona por uma casa e decidi comprá-la. E nesses país estranho, Frances recomeça, faz amigos, tem decepções, e muda não apenas sua vida, mas a si. Sob o Sol de Toscana é 2003, dirigido por Audrey Wells, e além de Diane Lane, conta com Raoul Bova, Sandra Oh (de Grey’s Anatomy) e Vincent Riotta. Trailer

8. Elizabethtown

Drew (Orlando Bloom) cria um tênis que é um desastre de vendas, é despedido, leva um fora da namorada e na mesma noite, descobre que seu pai morreu. Elizabethtown é um filme tocante sobre a jornada de um homem para se encontrar e reencontrar suas raízes. Na viagem, ele ainda conhece uma aeromoça interpretada por Kirsten Dunst, que o ajuda em vários momentos, principalmente no processo de despedida do pai: a cena do Drew no carro, ouvindo My Father’s Gun e lembrando dos momentos com seu pai, é inesquecível. Trailer: http://youtu.be/75TKB0299b0

9. O Amor não Tira Férias

Com Kate Wislet, Cameron Diaz, Jude Law e Jack Black, o filme de 2006 é sobre duas mulheres, Amanda e Iris, desiludidas com o amor, que decidem trocar de casas para o Natal. Amanda acabou de descobrir que seu marido a traía, e para ficar longe dos homens, aceita ir para a pequena casa de Iris na Inglaterra. Já Iris, tentando fugir de seu chefe e amor de anos (que acabou de ficar noivo), vai para a mansão da americana. Enquando Iris, que sempre foi muito vulnerável e frágil, se torna forte e vê seu valor, a fria Amanda descobre o amor. Para assistir o trailer, é só clicar aqui.

10. Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas

Edward Bloom sempre teve um dom para contar histórias. Todos se encantam com os relatos de sua volta ao mundo e aventuras, menos seu filho, Will. Agora Ed está em seu leito de morte, e para tentar reconciliar os dois, precisa separar o que é realidade e fantasia em sua vida. O filme teve um significado especial para Tim Burton, já que seu pai morreu em 2000 e sua mãe em 2002, um mês antes dele aceitar a direção do filme. :/

Assista o trailer aqui.

Bônus: Filmes do Hayao Miyazaki

Apesar de fugirem um pouco do que caracteriza um feel good movie clássico, os filmes de Hayao Miyazaki são mágicos e trazem um pouco daquela empolgação e deslumbramento da nossa infância. Filmes que vão desde Meu Vizinho Totoro (de 1988), passando por A Viagem de Chihiro e o Castelo Animado, até o mais recente, Ponyo.
No YouTube tem vários vídeos compilando as animações, para quem está interessado em conhecer outras obras do diretor.

Fiz o TOP 10 em ordem crescente porque a intenção é reunir os filmes mais essenciais e cativantes do ~gênero~, sem classificações. Acha que falta algum título importante? Discorda de algo? Comente! :)

Live Frog, um clássico do Atari, agora na Marginal Pinheiros. LOL.

30 Ago

Essa é para a galera mais velha: Vocês lembram de um jogo de Atari chamado Frogger, em que você era um sapo e tinha que atravessar uma estrada? Ou até mesmo de Freeway, com o mesmo objetivo, porém, você controlava uma galinha? Galinha ou sapo (ou o que sua imaginação permitisse, afinal todos eram de 2 a 4 pixels haha), esses dois jogos são extremamente simples, começava fácil e ia dificultando, e você ficava loucamente viciado para atravessar todos os níveis.
Agora imagine trazer esse tipo de jogo para os tempos atuais, com toda a concorrência de games muito mais elaborados? A empresa de seguros Allianz conseguiu unir o jogo nostálgico + publicidade para a empresa + pasmem, uma tecnologia incrível:


Agora você não tem que atravessar qualquer estrada, você tem que ATRAVESSAR A MARGINAL PINHEIROS, E AO VIVO!! (Desafio vocês a jogar no modo expert: véspera de feriado às 18h!!).
O jogo Live Frog está disponível no Facebook, clique aqui e descubra um novo vício hehehe.

Planeta dos Macacos: A Origem. #apeswillrise

28 Ago

Tudo que eu sabia de Planeta dos Macacos até uma semana atrás, era o que tinha visto no trailer e naqueles dois pôsteres incríveis. Mas mesmo com o material lançado parecendo bem bacana, era difícil não ficar apreensivo com a prequência, ainda mais considerando o fracasso do filme anterior, Planet of the Apes – que até ganhou o Framboesa de Ouro de pior remake.

Além do mais, todos se questionavam sobre a comodidade de Hollywood em filmar MAIS uma sequência, ao invés de investir na produção de uma história original. E então o filme estreou e surgiram muitas críticas positivas, contrariando todo aquele negativismo inicial. E foi assim, sem conseguir evitar as expectativas altas, que eu assisti Planeta dos Macacos: A Origem.


Com o título original de Rise of the Planet of the Apes (A Ascensão do Planeta dos Macacos), o filme que estreou sexta-feira no Brasil, conta a história de Will (James Franco), um cientista em busca da cura para o mal de Alzheimer – doença que acomete seu pai. Só que a droga, chamada de ALZ-112, acaba tendo um efeito inesperado sobre os macacos usados como cobaias: o desenvolvimento de sua inteligência. No elenco também estão Freida Pinto, que interpreta a namorada de Will, John Lithgow (Dexter), Brian Cox (X-men 3) e Tom Felton (o Draco Malfoy da franquia Harry Potter) .

Mas não se enganem pelos nomes conhecidos, o protagonista inegável do filme é César, o “macaco” que é inicialmente tão ingênuo como uma criança, mas que acaba iniciando a revolução que nos tornará escravos. A combinação dos efeitos da WETA – responsável por Avatar e O Senhor dos Anéis – e a atuação de Andy Serkis (Gollum, King Kong), cria um símio capaz de demonstrar emoção e inteligência, de uma forma que surpreende não apenas pela inovação, mas também por ser ele o principal responsável pelos momentos de comoção.

Talvez pelas expectativas que eu tinha quando sentei na sala de cinema, fiquei um pouco decepcionada da primeira vez que assisti o filme. Achei muitas cenas incríveis e me revoltei pelo que o César sofria, mas senti que ele se prolongava demais em certos momentos, o que o tornava um pouco cansativo, além do final confuso. Proposital ou não, os personagens humanos não pareciam muito explorados. A personagem de Freida Pinto, por exemplo, tem a única função de ser a namorada de Will, sem uma importância significativa na trama além dessa.

Então minha mãe veio a cidade me visitar e apesar da apreensão dela (que estava traumatizada pelo filme do Tim Burton), reconheci que A Origem tinha diversos elementos que ela ia gostar e resolvi dar uma segunda chance ao filme. Agora, de cabeça mais aberta e já o conhecendo, tive uma opinião totalmente diferente: senti que as cenas tiveram a duração necessária para contar a história, e as partes que haviam me entediado da primeira vez, foram as que mais me empolgaram. Continuo pensando que o final é um pouco deslocado e talvez não tão grandioso como deveria. Mas se me perguntarem se Planeta dos Macacos vale o ingresso, agora posso responder com certeza: vale sim, vale muito.

Não vou me prolongar mais nos comentários para evitar estragar alguma surpresa do filme (e também porque já tem muita crítica ótima por aí), mas para quem ainda tem alguma dúvida, fique com o trailer:

O Rei Leão 3D – Nos cinemas, 17 anos depois.

27 Ago

Como muitos de vocês, O Rei Leão é um filme muito importante na minha vida. Foi o primeiro filme que assisti no cinema, que me apresentou aquela sala mágica escura que eu iria amar dali para frente. Eu lembro da minha sensação ao me encantar por aquela obra prima, de torcer pelos personagens, de entrar no filme e esquecer de todo o resto do mundo, sensação essa tão boa que sinto até hoje quando vejo bons filmes no cinema. Consequentemente, foi o primeiro filme que eu fui viciada, que esperei ansiosamente pelo VHS que das palavras da própria Disney “eu finalmente poderia ter o filme para sempre”, de ter de mochilas até lençol (que eu tenho uso até hoje com muito carinho) do filme, e de ser conhecida na escola como a garota que só pensava em O Rei Leão. Hoje, 17 anos depois, foram tantos outros filmes pelos quais eu fui e sou perdidamente apaixonada, e é claro que um espaço imenso no meu coração ainda é destinado ao filme que começou com tudo isso.


Dado esse relato, vocês podem imaginar a emoção de ir assistir hoje O Rei Leão, novamente nos cinemas,  e em 3D. Foi como entrar na máquina do tempo. Como em 1994, a maioria das pessoas na sala eram mais ou menos da minha idade. Senti o coração acelerar só de ver os créditos iniciais, e durante todo o filme, rimos das piadas que já conhecíamos de cor, choramos pelo que já sabíamos que ia acontecer, cantávamos juntos as canções. Todos de uma mesma geração que cresceu vendo O Rei Leão várias vezes, e que guarda no coração esse filme tão especial. No final, palmas e mais palmas. Foi lindo.

Tirando um pouco o lado pessoal e emotivo, vamos falar aqui da conversão em 3D. Confesso que algumas vezes ficou meio “borrado”, mas não acho que isso atrapalhe muito. A cena da manada dos antílopes, creio que a mais importante no quesito efeitos ficou LINDA, e ter o Zazu voando na sua cara não tem preço. E acho que a grande graça de ir assistir o filme não é nem o 3D em si, e sim as lembranças e nostalgia :)

Desculpem o post totalmente pessoal, mas eu precisava compartilhar ;) Mas sei que muitos de vocês vão se identificar e seguir a dica de ir rever no cinema, ou levar as crianças que ainda não assistiram para ver.

Dicas de Quinta #006

25 Ago

1. Florence and the Machine


Ok, sei que a maioria de vocês já deve conhecer a magnífica Florence e sua machine. Para quem ainda não teve a oportunidade, recomendo baixar (ou comprar, se você puder) o primeiro e único álbum da banda, Lungs, lançado em 2009. O motivo de eu estar indicando Florence aqui a essa altura do campeonato é que essa semana foi lançado o tão esperado novo single, What the Water Gave Me:


2. Cebolinha n° 56, Panini Comics


Ok, acho que só mostrar a capa da edição da revistinha do Cebolinha desse mês já diz o porque da minha indicação né? Turma da Mônica SEMPRE é bom, mas quando a histórinha faz referência ao Universo Marvel e ACTION FIGURES, ela merece um pouco mais de atenção :)

 3. Super 8


Você gosta de aventuras dos anos 80, no estilo de Goonies, De Volta para o Futuro e ET, mas já assistiu todos os filmes possíveis daquela época? Super 8, que estreou nos cinemas brasileiros dia 12/08, é para você! Tem “zumbis”, tem alienígenas, tem personagens fodas e ótimas atuações, tem direção do J.J. Abrams e produção do Steven Spielberg. Precisa mais? Se você ainda não assistiucorre para o cinema mais próximo e assista, já que o filme está indo para sua terceira semana, e logo deve sair de cartaz, infelizmente.

4. Evento O Rei Leão em São Paulo


Se você mora em São Paulo e é fã de O Rei Leão, não perca essa: Sábado, dia 27, será realizado um encontro de fãs antes de uma sessão exclusiva do filme em 3D. Antes da sessão, sorteio de brindes e sessão de fotos. Mais informações, clique aqui.

Aprenda a fazer Peanut Butter (Pasta de amendoim)!

22 Ago


Se você já viu algum filme americano na vida, certamente já conhece a famosa pasta de amendoim, alimento muito consumido por lá e integrante básico das lancheiras infantis. Ela fica ótima no pão de forma com geléia de uva (dieta para quê?) ou acompanhada de frutas, como banana.

Apesar de ser bem calórica, ela é uma fonte de proteínas e vitaminas, e por isso não é necessário muito para saciar. Inclusive, tem estudos apontando que um consumo moderado até faz bem para o coração. ;)

A primeira pasta de amendoim que eu fiz (e fez muito sucesso lá no twitter), era
uma versão ~abrasileirada~, mais doce. Mas encontrei ontem na internet a  receita original, passada por uma americana.  Achei que o gosto ia ser bem diferente das versões nacionais, mas surpreendente, achei IGUAL ao Amendocrem. Como eu acho ele um pouco salgado, fiz algumas mudanças na receita, mas vou citar a quantidade original nos meus comentários para quem quiser testar. A receita é bem simples e recomendo não apenas para quem já conhece e gosta, mas quem quer conhecer um doce diferente, gosta de experimentações na cozinha ou é curioso. Tentei explicar o mais detalhadamente possível, mas qualquer dúvida, podem me perguntar nos comentários!

Ingredientes:

1 xicara de amendoim sem pele e torrado
1 pitada de sal
2 colheres (chá) de oleo de amendoim (eu usei óleo de soja)
2 colheres (chá) de mel ou açúcar mascavo

A receita original levava 1 colher de óleo e uma colher de mel, mas achei que assim o gosto fica muito salgado. Eu nunca usei óleo de amendoim, mas pelas pastas que provei, achei que o óleo de soja cumpriu bem o papel. E é claro, quem quiser  uma quantidade maior, é só dobrar os ingredientes.

Modo de preparo:

– Coloque o amendoim no liquidificador até parecer uma farinha. Quando mais
fino ficar, melhor será o resultado.
– Misture o resto dos ingredientes (mel, óleo e pitada de sal)  no liquidificador e deixe por aproximadamente 3 minutos. O tempo pode variar de acordo com a potência do seu liquidificador. Bata até ficar cremoso.
– Transfira para um pote de vidro ou plástico, espere gelar um pouco e sirva-se como jeito que preferir!

Como viram, é fácil e rápido! A pasta de amendoim pode ficar até duas semanas na geladeira e além dos usos tradicionais, ela também pode servir como recheio e cobertura de bolos e cupcakes. Aproveitem! :D

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